De Anónimo a 6 de Março de 2008 às 10:12
Todos nós deviamos usar um pouco do nosso tempo, por mais escasso que seja, para pertencer á "familia".
Não podemos nunca limitar-nos a pertencer ao trabalho, á casa, ás obrigações, ás chatices, aos problemas e por ai..
Os nossos pirralhos precisam de nós..em lisboa, em azeitão...na china.. E certamente que não é a electronica que nos substitui a nós pais.
Estar atento é mais que um dever, é uma obrigação.
Apoiar e transmitir valores, mas sem lhes por uma venda para a realidade pode atéser custoso, mas certamente que compensa!
O texto não é moralista, é certo.
Mas faz-nos pensar.
Adorei.
Vou continuar por aqui.
É realmente muito bom.

De joao moreira de sá a 6 de Março de 2008 às 10:39
As "electrónicas" são um espelho de toda a soviedade de agora e muito em particular a nossa (em tudo semelhante, de resto, à atitude dos nosso governantes): resolvem o "problema" no presente, criam um enorme problema no futuro.

Nos dias que correm é dificil arranjar tempo? É. Mas arranjamos para os fazer... depois entre escola, tv e play-station as coisa resolve-se. Ou assim parece, até que crescem e um dia damos por nós a pensar "dei-lhes tudo, onde é que foi que eu errei?". Nisso, dar-les tudo.

É dificil arranjar tempo? Não, muito mais dificil é encontrar imaginação. "agora não posso, tenho que fazer o jantar". Que tal "agora não posso mas vem ajudar-me a fazer o jantar". E vêem. E adoram. E a brincar aprendem.

Tudo uma questão de perspectiva e imaginação. Porque não podem ser sacrificios, devem, têm que ser prazeres comuns.

E como compensam...
De Sofia a 6 de Março de 2008 às 12:41
Por erro meu, não me identifiquei há pouco.
Concordo contigo (peço desculpa pelo tratamento por tu) em todos esses aspectos.
O que parece para alguns agora ser uma escapatória até bem simples e uma forma de entreter as crianças durante batalhões de tempo, vai reflectir-se mais tarde da pior forma possivél.
Não deve, ou pelo menos, naõ deveria, ser agradavel para qualquer pai sentir que errou.
Coisas simples como "faz um desenho aqui ao pé da mama enquanto faço o jantarinho e conta-me como correu a tua escolinha hoje" (a minha filhota prefere o desenho a fazer o jantar) fazem toda a diferença.
Pelo menos para mim.
Todo o tempo é pouco para partilhar com quem mais precisa de nós e com quem nós mais precisamos.

A parte em que compensa..é um anular de tudo o que de menos bom temos que passar por vezes para os educar (em todos os sentidos, como pessoas, como crianças, como futuros adultos)

E já agora, um "á parte"
A ideia da pilula diluida na sopa!!
Vou adopta-la!! ;)

E um obrigada pelo abrir de olhos, que a meu ver anda a ser preciso..
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