Segunda-feira, 15 de Março de 2010

Pai babado ou "filho de peixe..."? Isto é inteiramente dele, da escola.

O campo misterioso

 

Era uma vez um menino muito alegre que todos os dias ia passear ao campo. Brincava muito com os amigos e a maior parte do tempo ficava a admirar os animais e a acarinhá-los.

Um dia ele pensou:

- Todos os dias faço a mesma coisa, a mesma rotina. Quero fazer outra coisa.

E então ele disse:

- Já sei, vou explorar os confins do campo!

O menino disse isto porque tinha ouvido muitas lendas sobre um tesouro escondido no labirinto de uma gruta chamado “ O labirinto da confusão” e, como os pais do menino estavam quase a fazer 10 anos de casados, o menino decidiu procurar o tesouro para o dar aos pais.

Então, logo que tivesse tudo preparado ia partir para a sua viagem.

Viajou, viajou e viajou sempre a pé, até que chegou à gruta.

A entrada era muito feia, toda rochosa e com pedras pretas. Mas, por dentro, era linda, cheia de pedras preciosas e feita de cristal.

Ainda andou um bocado, até que chegou ao labirinto e entrou lá dentro. Quando entrou tudo parecia fácil, mas quando ainda nem sequer estava a meio, perdeu-se e ficou assustado. Lembrou-se que tinha uma faca e então começou a cortar as folhas como se estivesse a podar até que, a meio do labirinto, encontrou o tesouro. Saiu a correr da gruta e só parou quando chegou a casa e entregou o tesouro aos pais. Eles agradeceram-lhe.

Só que afinal o tesouro era um objecto que se transforma no que nós quisermos e, como o menino estava a pensar numa carta de parabéns, o objecto transformou-se na mais bela carta de agradecimento do mundo.

 

Afonso

 

publicado por joao moreira de sá às 06:30
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1 comentário:
De mdsol a 17 de Março de 2010 às 01:07
Parabéns ao Afonso.

:)))

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Arcebispo de Cantuaria Uma mente delirante e não muito normal encerrada num corpo com 40 anos (embora um teste da Sábado diga que na realidade tenho 47). Presentemente desempregado mas com boas perspectivas de conseguir vir a trabalhar num call-center. Escrevo porque não gosto lá muito de falar e como irresponsável que sou, acredito que um dia ainda irei conseguir ser pago para escrever. jmoreiradesa@gmail.com

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Podia ser (mais) culto, ler e reler os clássicos da literatura, devorar ensaios, ler diariamente os jornais nacionais e alguns estrangeiros, assinar as revistas de referência mas diversas áreas do saber. Podia, e gostava, mas era preciso que estivessem reunidas duas condições, ter dinheiro para tal e acima de tudo, não ter filhos de tenras idades. Mas enquanto cada hora dedicada a ler a opinião dos cultos deste mundo sobre as suas (poucas) graças e (muitas) desgraças - do mundo e às vezes dos próprios - representar uma hora a menos de brincadeira, receio que vou continuar a optar por ser culto lá mais para o fim da vida, se lá chegar.






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