Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Desculpem, mas este post pode conter cheirinho...

 
Um pai “normal” não:
 
- faz concursos de traques com os filhos,
 
- ensina a versão “avôzinho diz-me tu, quantos pelos tens no cú” aos filhos,
 
- relembra musicas como Natação Obrigatória (Banda do Casaco, 1975) com refrão “não há cú que não dê traque”
 
- mostra estas musicas aos filhos
 
 
Por isso é que eu detesto a “normalidade”...
publicado por joao moreira de sá às 09:06
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3 comentários:
De adnirolfpa a 17 de Março de 2008 às 11:10

Continua assim, "anormalmente" saudável.
Teus filhos serão magnificamente felizes e LIVRES.
(Ah e não te esqueças , quando estiveres com a neura, de llhes cantar com muito ritmo "tá caladinho, ou levas no focinho...
ta caladinho e quietinho....)
De C a 7 de Junho de 2008 às 16:55
também sou assim e também tenho dois filhos felizes e saudáveis!
:)
parabéns pelo blog!
já está nos favoritos.
De joao moreira de sá a 8 de Junho de 2008 às 05:21
C,

Obrigado. Sobretudo por me fazer saber que "não, não sou o único" que ainda acredita que as crianças podem crewcer como pessoas normais e não como flores de estufa. Que arranhões tratam-se com água fria e pensos rápidos e não com hospitais... e outras inconsciências (sim, porque a nossa geração não sobreviveu... :)

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Arcebispo de Cantuaria Uma mente delirante e não muito normal encerrada num corpo com 40 anos (embora um teste da Sábado diga que na realidade tenho 47). Presentemente desempregado mas com boas perspectivas de conseguir vir a trabalhar num call-center. Escrevo porque não gosto lá muito de falar e como irresponsável que sou, acredito que um dia ainda irei conseguir ser pago para escrever. jmoreiradesa@gmail.com

.A razão porque este belogue existe

Podia ser (mais) culto, ler e reler os clássicos da literatura, devorar ensaios, ler diariamente os jornais nacionais e alguns estrangeiros, assinar as revistas de referência mas diversas áreas do saber. Podia, e gostava, mas era preciso que estivessem reunidas duas condições, ter dinheiro para tal e acima de tudo, não ter filhos de tenras idades. Mas enquanto cada hora dedicada a ler a opinião dos cultos deste mundo sobre as suas (poucas) graças e (muitas) desgraças - do mundo e às vezes dos próprios - representar uma hora a menos de brincadeira, receio que vou continuar a optar por ser culto lá mais para o fim da vida, se lá chegar.






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